por Renata Portas
A oficina de Dramaturgia destina-se a interessados em:
- Escrita dramatúrgica e análise
- Encenação.
A palavra dramaturgia -que em muitos países se aplica também à prática da encenação- serve de mote para criarmos dois grupos; um que esteja interessado em experimentar a escrita para teatro, e outro que queira testar os textos produzidos na oficina, no palco.
Ambos os grupos terão sessões conjuntas, e poderão, se assim o desejarem trocar de lugar.
Para a inscrição solicita-se:
- Um texto de três páginas, original, letra Arial 11, 1,5 de espaço ou
- uma análise de uma peça à escolha
- Um texto sobre um espectáculo assistido, razões da escolha, ou algo que gostasse de encenar.
Conteúdos programáticos e metodologia
Leitura de peças / análise dramatúrgica/ visionamento de filmes ou encenações / exercícios de escrita / encenação: conceitos e abordagens / o silêncio na página e na cena/ trabalho conjunto.
Destinatários
Alunos de teatro/artes performativas
Interessados em escrita para teatro (com ou sem experiência)
Interessados em encenação (com ou sem experiência)
Nota: os materiais solicitados destinam-se apenas a conhecer melhor os alunos. Não são obrigatórios.
Formadora
Renata Portas
Nasceu em 1976, na cidade de São Paulo, Brasil.
Vive em Portugal desde pequena, onde fez todos os seus estudos.
Fez o curso de Teatro da Escola Profissional Balleteatro (interpretação) de 2001 a 2003.
Frequenta o Mestrado de Teatro Especialização em Encenação, na Escola Superior de Teatro e Cinema.
Estreia-se profissionalmente como assistente de encenação de Jean – Pierre Sarrazac, no espectáculo “ Cantiga para JA” co – produção CTB (Companhia Teatro de Braga), Coimbra 2003 e Centro Dramático Galego.
Como intérprete colaborou com Rasgo- Cooperativa de Teatro (2005), La Ribot( 2004) , Fura dels Baus ( Imaginarius , 2005)Vítor Hugo Pontes (2008) , Juliana Snapper (2009-festival Trama) , Catherine Bay(2008), Ana Borralho & João Galante (2010, festival Alkantara, Teatro Maria Matos, Serralves).
Frequentou diversos workshops, dentre os quais destaca: Kurt Koegel e Yvonn Bonnefant (movimento) Albrecht Loops e Laszlo Sary (música) Pippo Delbono,
O Bando, Teatrino Clandestino, Ranthers Theatre (interpretação), João Henriques (voz), Raimondo Cortese, Jean- Pierre Sarrazac, Projecto Novo Drama, Jorge Palinhos, Juan Mayorga (escrita).
Em 2006 assina a primeira encenação, Théâtre des Oreilles – Où habite le Théâtre? colagem de textos de Valère Novarina, peça para voz gravada com Diogo Dória; co-produção Lugar Comum- Centro de Experimentação Artística, Clube Português de Artes e Ideias e patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. O espectáculo teve apresentações no Lugar Comum (Agosto 2005), Clube Literário do Porto (Out. de 2005) Festival Se esta rua fosse minha- Plano B (Outubro de 2006), e Festa da Poesia- Biblioteca Florbela Espanca (Dezembro de 2007).
Hypomnemata- Monólogo para um Actor e Sonoplasta contou com o financiamento do Mc / Dgartes no âmbito dos Pontuais, da Fundação Calouste Gulbenkian/ Programa de Apoio a Novos Encenadores e apoios diversos como a Câmara do Porto, Rivoli- Teatro Municipal, Metro do Porto, R.T.P., La Marmita, e Ideias Emergentes- Cooperativa Cultural.
Apresentou-se de 18 a 27 de Julho de 2008 no Pequeno Auditório do Rivoli.
Em 2009 estreia Animais Nocturnos, de Juan Mayorga, no Fazer a Festa- Festival Internacional de Teatro, org. Art´Imagem; em Abril (espectáculo residente) e inicia o ciclo Apalavrado, com convites a autores contemporâneos para escreverem contos.
Apalavrado 1 foi apresentado na Quinta da Caverneira e na Fábrica da Rua da Alegria com “ O Homem que Embala o Carrinho de Bebé” , de Carlos J. Pessoa, e
Virgínia Woolf.
Apalavrado 2 estreou em Dezembro no Cace Cultural- Panmixia; e na Quinta da
Caverneira com contos de Franz Kafka, e de Luís Mestre “ Num Dia Qualquer “.
Apalavrado 3 estreou a Setembro de 2010, no Auditório Musical de Miragaia, com textos de Luís Maffei “ La Venturosa” e “ Bela Dona” de Pedro Eiras, ambos inéditos. Autora das peças Interlúdio, Finisterra e Fortuna (a editar) e escreve A Boca de Telémaco é a fortuna da casa.








































